IBS e CBS: A Reforma Tributária começou, sua empresa está pronta?
Desde 1º de janeiro de 2026, o Brasil entrou oficialmente na fase de transição da maior mudança tributária das últimas décadas. A CBS (Contribuição sobre Bens e Serviços) e o IBS (Imposto sobre Bens e Serviços) já aparecem nas notas fiscais eletrônicas de todo o país, com alíquotas de teste de 0,9% e 0,1%, respectivamente. Para CEOs e diretores financeiros, esse não é um assunto para "depois". É o momento decisivo de preparar a operação antes que o novo sistema opere em regime pleno.
2026: O teste agora é para valer!
A boa notícia é que, neste primeiro momento, o valor recolhido em CBS e IBS pode ser compensado com PIS e Cofins, o que significa que não há aumento de carga tributária em 2026. A má notícia é que as obrigações acessórias já valem e, atenção! valem de verdade. Desde agosto de 2026, documentos fiscais eletrônicos emitidos sem o correto preenchimento dos campos de IBS e CBS simplesmente não são autorizados pelos ambientes da SEFAZ.
Na prática, isso significa que erros de classificação fiscal, cadastros desatualizados ou sistemas mal integrados deixam de ser um problema "administrativo" e passam a travar vendas, faturamento e capital de giro. É o que especialistas do setor já vêm chamando de "passivo invisível": anos de exceções manuais, NCMs genéricas e parametrizações sem rastreabilidade que a reforma está trazendo à tona.
Entenda as mudanças até 2033
O cronograma é longo, mas as decisões estratégicas precisam ser tomadas agora:
- 2026: fase de testes, com movimentação financeira real e novos campos obrigatórios nas notas fiscais.
- 2027: início da cobrança efetiva de CBS e do Imposto Seletivo; PIS, Cofins e IPI começam a ser extintos.
- 2029 a 2033: transição gradual do ICMS e do ISS para o IBS, até a extinção total dos tributos antigos.
Além disso, chega o split payment, o pagamento do imposto será separado automaticamente no momento da transação, indo direto para o governo. Isso muda o fluxo de caixa das empresas de forma estrutural, já que o dinheiro do tributo deixa de circular internamente ao longo do mês.
Por que você precisa estar atento?
A reforma redesenha processos de precificação, integrações de ERP, fluxo de caixa e relacionamento com clientes e fornecedores. Empresas que tratarem o tema como "problema do contador" chegarão a 2027, ano da cobrança plena, despreparadas, com alíquotas cheias e sem margem para ajustes. Já as que usarem 2026 para arrumar a casa entram na próxima fase com vantagem competitiva real: menos retrabalho, menos risco de autuação e mais previsibilidade de margem.
Acerto Fiscal pode fazer a diferença na sua estratégia
É exatamente nesse ponto que as soluções da Acerto Fiscal se tornam estratégicas. Combinando um software especializado com uma equipe de tributaristas dedicados, o Acerto Fiscal garante a classificação fiscal precisa de cada produto e a aplicação correta de todas as alíquotas, incluindo IBS, CBS, ICMS, PIS e Cofins, dentro do próprio ERP da empresa.
Isso significa notas fiscais aprovadas de primeira, sem rejeições da SEFAZ, e um ERP que finalmente calcula os impostos automaticamente, sem depender de planilhas paralelas ou "apagar incêndios" no fechamento. Para o CEO, o benefício é direto: menos risco jurídico, mais tempo da equipe para decisões estratégicas e segurança de que a empresa paga exatamente o que deve, nem mais, nem menos.
A Reforma Tributária não espera. O momento de transformar a fase de testes em vantagem competitiva é agora, e contar com um parceiro como o Acerto Fiscal pode ser a diferença entre atravessar essa transição com segurança ou ser pego de surpresa em 2027.
E ai, vamos analisar como está sua empresa para a Reforma Tributária?